A lista de perguntas sobre o Vale da Esteva está em constante atualização. São perguntas comuns, que têm como objetivo facultar informações claras e diretas sobre um determinado tópico.
Esta é mais uma forma de ajudarmos as pessoas a encontrar rapidamente respostas sobre produtos, serviços, procedimentos ou qualquer outro assunto relevante.
O Vale da Esteva é uma propriedade privada, situada a 10 Km de Castelo Branco, junto ao Parque Natural do Tejo Internacional.
105 hectares de montanhas, vales, ribeiras e açudes, de uma beleza enorme.
Não. Antigamente, o Vale da Esteva chamava-se Monte do Canafechal. A decisão de mudar o nome deve-se ao maravilhoso esteval, que enche os montes e vales de cores e aromas.
O Vale da Esteva é propriedade da Harmonious Jungle, uma empresa portuguesa, com sede em Castelo Branco.
Cristina Levine Martins Xavier de Sousa é a Investidora e CEO da Harmonious Jungle.
Neste momento, as origens dos fundos da empresa são o capital próprio da investidora e a receita dos alojamentos locais situados em Cascais, Albufeira e Vilamoura.
Para além da diversidade de espécies animais, florestais, florísticas, aromáticas e outras, que lhe conferem um valor ecológico inestimável, há montes, vales e as linhas de água, que abrigam populações de diversas espécies, ameaçadas e endémicas.
Sim, algumas áreas do Vale da Esteva fazem parte de áreas protegidas, nomeadamente do Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional (Geoparque Mundial da UNESCO) e o Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI).
Estamos a desenvolver um programa de regeneração, para revitalização do lugar. Trata-se de um programa com diversas vertentes de ação. O nome do programa é REVE – REGENERAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS DO VALE DA ESTEVA.
Ética Ecológica, Valorização e Dignificação da Vida, Inclusão, Transparência, Cooperação, Responsabilidade, Integridade e Inovação.
Ética Ecológica é a consciência da responsabilidade de cuidar da grande casa onde vivemos – o Planeta Terra.
A Valorização e a Dignificação da Vida significa o respeito e o cuidado com todos os seres vivos e reconhecer que cada um contribui de alguma forma para a existência e manutenção da vida.
A inclusão é um conceito fundamentado nos princípios de igualdade, respeito e justiça social e tem como objetivo eliminar a discriminação, o preconceito e as barreiras que impedem as pessoas de participar plenamente em vários aspetos da sociedade, como educação, emprego, saúde e interações sociais.
Mais do que tolerância ou aceitação, a inclusão significa abraçar ativamente a diversidade e reconhecer o valor inerente e as contribuições de cada pessoa.
A inclusão reconhece que diferenças de raça, etnia, género, orientação sexual, deficiência, status socioeconómico e outras características não devem limitar ou definir o acesso de uma pessoa a recursos, oportunidades ou participação social.
A transparência significa facultar a informação em linguagem clara e acessível a todas as pessoas interessadas na nossa atividade.
Cooperação é o auxílio mútuo, neste caso, para regenerar e cuidar.
Responsabilidade é honrar os nossos compromissos.
A integridade consiste numa conduta em que cada intenção e ação procura ser intacta, reta e ética.
A inovação, no contexto da agricultura regenerativa, refere-se ao desenvolvimento e aplicação de novas ideias, abordagens, tecnologias e práticas que promovem e melhoram os princípios da agricultura regenerativa.
No âmbito da agricultura regenerativa, estamos a referir-nos à Agtech e às Soluções Digitais. A aplicação de tecnologias agrícolas (Agtech) e de Soluções Digitais está a revolucionar a agricultura regenerativa. Estas tecnologias incluem sensores, drones e outros sistemas inteligentes de agricultura, que permitem a monitorização em tempo real de culturas, condições do solo e até da saúde dos animais. Todos estes dados são valiosos para a tomada de decisões e permitem a alocação de recursos otimizados e a redução do impacto ambiental.
A missão do REVE consiste em Regenerar os Ecossistemas do Vale da Esteva e tornar este lugar num Santuário Ecológico.
As principais atividades são a agricultura de base ecológica, a produção alimentar artesanal vegan e ecológica, a educação ambiental e o turismo de natureza.
Significa que no Vale da Esteva, através de boas práticas, temos como objetivo inspirar e motivar as pessoas a respeitarem, preservarem e conservarem o meio ambiente e, também, a incrementarem a integridade e compaixão, para proteção, dignidade e bem-estar de todos os seres vivos.
A agroecologia é uma ciência e é uma prática. Sendo ecológica, a agroecologia contribui para a preservação do meio ambiente, proporcionando alimentos saudáveis, promovendo a regeneração dos solos, respeitando os valores socioculturais e, assim, fortalecendo as comunidades locais.
É a alimentação centrada numa economia circular sustentável (consumo de produtos locais, que resultam de métodos e técnicas agrícolas, que preservam e conservam o meio ambiente).
É uma alimentação 100% à base de plantas.
De acordo com a Organização The Vegan Society, do Reino Unido, o veganismo é uma filosofia e um modo de vida que busca “excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade com animais para alimentação, vestuário ou qualquer outro propósito”.
Sabemos que as práticas alimentares têm o poder de mudar a consciência das pessoas e o Planeta. Assim, além de querermos contribuir para redução das emissões de efeito estufa e para o uso mínimo da água na produção de alimentos, queremos produzir alimentos deliciosos e nutritivos, que respeitam todas as formas de vida.
A maior razão é a compaixão por todos os seres, é o reconhecimento de que todos somos importantes, ainda que de diferentes formas, para a existência de uma vida saudável e equilibrada no nosso planeta. É a consciência e a responsabilidade de transformar o planeta num lugar livre da exploração e da crueldade impostas aos animais.
A alimentação ecológica promove a agricultura familiar e local, bem como a sazonalidade e os circuitos curtos agroalimentares. A alimentação ecológica é saudável, minimiza o processamento e a industrialização, favorece a qualidade dos produtos, reduz a necessidade de embalagens e/ou recorre a embalagens ecológicas e, muito importante, assenta em práticas de comércio justo para agricultores e consumidores.
Sim, é possível visitar o Vale da Esteva, nesta fase, mediante marcação.
Estamos a remodelar os espaços existentes, para podermos receber quem nos visita, turistas, viajantes e todas as pessoas que querem desfrutar deste lugar maravilhoso, com conforto e qualidade. Logo que tudo esteja pronto, será feita a devida divulgação.
A fim de cumprirmos os objetivos previstos para o Vale da Esteva, a curto, médio e longo prazo, a opção é o agroturismo.
O turismo no Vale da Esteva é uma ferramenta importante de sensibilização para o respeito pelo nosso planeta, pelo meio ambiente e por todas as formas de vida, através das experiências e de boas práticas no Vale da Esteva.
O agroturismo é um tipo de turismo que envolve visitas e atividades em propriedades agrícolas ou rurais e que possibilita experiências autênticas e educativas (proximidade e conexão com a natureza, aprendizagem de práticas agrícolas sustentáveis, insights sobre o modo de vida rural). O agroturismo beneficia tanto os visitantes como as comunidades locais. Aos turistas e viajantes, o agroturismo permite escapar dos ambientes urbanos, aprender sobre a produção de alimentos e desfrutar de uma experiência de viagem mais imersiva e interativa. Para as comunidades rurais, o agroturismo pode fornecer rendimentos adicionais, diversificar a economia local, ajudar a preservar as práticas agrícolas tradicionais e a promover o desenvolvimento rural e a sustentabilidade.
O Vale da Esteva é para todas as pessoas que amam a Vida! No Vale da Esteva todas as pessoas são bem vindas, não importa a idade, em que acreditam, quem são, de onde vêm… No Vale da Esteva há atividades para todas as pessoas!
Realizamos várias experiências imersivas na natureza. Demonstramos e proporcionamos a participação em atividades agroflorestais, caminhadas, degustação de alimentos 100% à base de plantas, partilha de saberes, artes…
A principal característica é serem baseados nos processos da natureza. Isso exige tempo e observação e o Vale da Esteva é um grande laboratório a céu aberto, para a sua aplicação.
Os sistemas de base ecológica resgatam a conexão das pessoas com os processos da natureza, além disso, regeneram o solo e os cursos de água, o que se traduz numa produção alimentar bio diversa e livre de agroquímicos, contribuindo assim para a tão necessária sustentabilidade.
Porque há evidências de serem uma alternativa sustentável para a agricultura e para o combate às alterações climáticas. Além de contribuírem para a saúde dos solos, plantas, pessoas e animais.
A agroecologia é uma ciência. As agriculturas de base ecológica são a materialização dos princípios e conceitos dessa ciência, a partir de uma visão holística, que considera a complexidade e a relação entre os diversos processos que ocorrem nos agro ecossistemas.
Agricultura biológica é um modo de produção agrícola que recorre a técnicas sustentáveis, privilegia o uso de recursos locais, preserva a biodiversidade, o solo e o meio ambiente e não utiliza produtos químicos de síntese nem adubos facilmente solúveis.
A agricultura biológica é conhecida em alguns países com nomes diferentes, por exemplo, no Brasil e em países de língua inglesa é chamada de agricultura orgânica, no Japão é chamada de agricultura natural, em Espanha e na Dinamarca é denominada agricultura ecológica... Em Portugal é designada como biológica.
Estas são abordagens com princípios e conceitos comuns, sobretudo, no que se refere ao respeito pelo meio ambiente, solo e biodiversidade. Neste âmbito, todas recorrem a práticas sustentáveis. Contudo, as dimensões contempladas na agroecologia, tais como o aspeto sociocultural e o fato de estar já organizada enquanto ciência, coloca-a no patamar de “guarda-chuva”, sob o qual se podem incluir todas as outras supramencionadas modalidades.
O uso de moléculas sintéticas, adubos químicos solubilizados e sementes geneticamente modificadas são os três grandes "nãos" da agroecologia, aos quais acrescentamos a não exploração e crueldade animal.
É a agricultura focada na saúde do solo e em mitigar os efeitos das alterações climáticas. A agricultura regenerativa impacta positivamente a paisagem, promove a saúde dos solos e a biodiversidade.
A agricultura regenerativa aumenta a resiliência económica dos territórios, garante a conservação e o uso eficiente de água e reduz as emissões de gases de efeito estufa.
Há uma diversidade enorme de técnicas, destacamos algumas:
Sim. Lembrando que é sempre recomendável obter informações de um profissional, é possível, por exemplo, começar com a diversificação das culturas, com a integração entre lavoura, pecuária e floresta, com a utilização de diferentes sistemas produtivos numa mesma área, etc.
Colocamos sob o mesmo “chapéu” os sistemas baseados nos “serviços da natureza”, que aplicam o conhecimento das leis da natureza aos sistemas de produção, como por exemplo, a agricultura sintrópica, o sistema agroflorestal, a agricultura biodinâmica e a agricultura natural.
A Agricultura Sintrópica é um sistema desenvolvido por Ernst Götsch, no qual os processos naturais são traduzidos para as práticas agrícolas tanto na sua forma, como na sua função e dinâmica, ou seja, é uma agricultura baseada em serviços da natureza.
A agricultura biodinâmica tem como base as energias vitais da natureza e a participação dos ritmos cósmicos na produção vegetal. Consiste numa espécie de agricultura de base ecológica em que a propriedade agrícola é vista como um organismo vivo, cuja saúde depende da inter-relação existente entre componentes vivos desse sistema (equilibrando os elementos que coabitam tais como animais, plantas e minerais).
É um sistema em que são utilizadas técnicas de plantio e maneio do solo que aceleram o processo de reversão do seu desgaste, de modo a que o trabalho de reversão não seja antieconómico.
A agricultura natural privilegia o uso de recursos naturais como compostos, cobertura morta, adubos verdes, microrganismos do solo, controlo biológico de pragas, controlo biomecânico de ervas daninhas, entre outras técnicas.
Sim. As agriculturas de base ecológica recorrem ao conhecimento científico, mas sem estarem limitadas por esse conhecimento. As agriculturas ecológicas, também, aplicam conhecimentos tradicionais e resgatam técnicas milenares de sustentabilidade e respeito pelos ecossistemas.
É um tipo ancestral de uso do solo em que são combinadas espécies arbóreas lenhosas como frutíferas ou madeireiras com cultivos agrícolas e/ou animais. O objetivo é imitar os processos da natureza, como o solo sempre coberto por vegetação, diferentes tipos de plantas juntas em interajuda, como uma grande família, numa mistura de culturas no espaço e no tempo intensificando os mecanismos ecológicos.
A permacultura é um método e uma filosofia dedicados ao planeamento dos habitats humanos e inspirado nos ecossistemas naturais. A permacultura visa construir comunidades humanas ecológicas, mimetizando os padrões e as relações encontradas na natureza e tendo como base o cuidado da Terra e das pessoas e uma partilha justa dos excedentes.
Sim! Os princípios e conceitos, aplicados nestes sistemas, educam sobre práticas regenerativas do solo, uso responsável da água e energias renováveis, reciclagem, redução ou eliminação da utilização de insumos externos, gestão dos resíduos e, principalmente, para uma mudança nos modos de vida, incentivando o contacto com a natureza, hábitos alimentares mais responsáveis, conscientes e saudáveis.
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